segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

NUNCA

Que eu nunca confie tanto ao ponto de me doar e entristecer tão profundamente, que eu nunca tenha tanta gana na reciprocidade das pessoas,
 que os desapontamentos e a sensação de uso nunca venham de amigos queridos,
 que eu saiba impor limites, que eu reconheça quando estiver sendo usado e testado,
 que esse teste nunca seja feito por pessoas essenciais à minha vida,
 que eu mesmo passando por tudo isso, continue sendo amigo companheiro.
 Que com esse gesto eu conserte cada golpe insano e sem cabimento que essa vida nos dá. 
Que a recompensa para o esforço de continuar solícito e companheiro seja a cura dessa dor tão doída.
 Que nós nunca percamos amigos, por nada nessa vida!

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